segunda-feira, 8 de novembro de 2010

O primeiro medo

Nossos músico-existencial diálogos, nosso encontro na festa, mais conversas e finalmente o encontro à dois. Eu bebi. Os telefonemas, nossas intenções. Tudo ficava claro. A noite de sexta-feira, o programa ambient boboca, o abraço, o carinho, o beijo, da nudez ao sexo quase que automático e inconsequente. Fumamos. Não havia tesão, era mais que isso. Começamos com eu te adoro.

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