sexta-feira, 8 de abril de 2011

Dos barzinhos de café

Nem sei onde estamos. Às vezes parece um daqueles filmes Dinamarqueses a là Antichrist, outras um romance estético numa pegada meio suéca, e o que eu mais temia, uma comédia romântica qualquer cheia de frases clichê, momentos casal-gay-careta-do-barzinho-de-hétero. 


Pequenas regrinhas, impressões já formadas, e uma intimidade sur-re-al. Um quadro que parece ter sido cuidadosamente pintado, que como arte subjetiva, difere nos terceiros olhares. Fazemos compras, tomamos café no fim da tarde, repetimos roupas, reclamamos, planejamos, nos ligamos, dormimos.

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